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Como está o mercado para arquitetura com o avanço das tecnologias?

José Carlos R. JúniorJosé Carlos R. Júnior

Em todos os setores, as novas tecnologias vêm transformando o mundo cada vez mais depressa — e com a arquitetura não poderia ser diferente. Processos ganharam mais agilidade, visualizações de projetos ficaram mais realistas, atuações profissionais ganharam novos âmbitos. E as novidades não param de surgir a cada minuto. Diante de tudo isso é fundamental se manter atualizado para não ficar obsoleto. Então continue lendo este post e veja algumas das mais importantes inovações no mercado para arquitetura!

Mercado para Arquitetura

Com a expansão do mercado, abre-se um novo leque de oportunidades e atividades que até alguns anos atrás não existiam dentro da arquitetura e que podem se tornar uma carreira promissora para quem está embarcando nessa jornada. Vejamos a seguir algumas dessas possibilidades.

Especialista de BIM (Building Information Modeling ou Modelagem de Informação da Construção)

Este profissional faz a interface entre as disciplinas de um projeto — modelagem, consultoria, desenvolvimento de aplicativos, softwares, pesquisa, gerenciamento, entre outros. Para trabalhar nessa área é necessário obter uma certificação do seu software específico, além de também ser válida certa experiência em projetos.

Tecnólogo em Projeção Digital

Com o avanço das impressoras 3D, que se tornam ferramentas de trabalho cada vez mais indispensáveis para arquitetos, surgiu um significativo aumento da procura por pessoal que domine a parte técnica da fabricação de maquetes.

Nesse sentido, o Tecnólogo em Projeção Digital é o profissional que aos poucos vai substituindo o projetista de maquete. É dele a função de criar uma prototipagem rápida, e suas principais qualificações necessárias para essa área são o gerenciamento e habilidade em sistemas de infraestrutura.

Profissional em visualização arquitetônica 3D

Esse profissional tem por objetivo criar ilustrações por meio de modelagem, iluminação, renderização e até pós-produção em softwares específicos, que demonstrem o mais próximo da realidade como irá ficar o projeto — algumas chegam a ser confundidas com fotografias, tamanho detalhamento. Para trabalhar na área não é imprescindível ser arquiteto, mas sim ter amplo conhecimento de desenho, perspectiva, luz e sombra, além de dominar programas 3D.

Tecnologia

As tecnologias da informação ganharam força no mercado para arquitetura a partir dos anos 90, abrindo espaço entre as pranchetas para os computadores, gabaritos, CAD e uma vasta gama de outras ferramentas que tornava o trabalho muito mais veloz. E muito ainda está por vir, como programas que fornecem dados sobre projetos em tempo real, como orientação solar, direção dos ventos em certo local, acústica, inércia térmica a partir de materiais trabalhados, entre muitos outros.

Nesse sentido, a tecnologia permite ao profissional se dedicar a achar soluções eficazes ao invés de passar seu tempo resolvendo processos repetitivos e tediosos, que agora já podem muito bem ser automatizados e otimizados.

Capacitação

A capacitação está amplamente ligada à tecnologia, pois os avanços só podem acontecer quando há mão de obra qualificada — há muita coisa nova, e pode ser até um pouco confuso para o novo profissional escolher quais softwares aprender e dominar.

A dica aqui é aprender o que é usado por todos, o “feijão com arroz” que todos utilizam e, a partir daí, investir — se houver verba suficiente — no domínio de ferramentas mais avançadas (mas que já estejam sendo utilizadas por, ao menos, parte do mercado). Isso pode se tornar um bom diferencial para sua carreira.

Manter-se atualizado pode até ser mais trabalhoso que parece, em tempos que as inovações pipocam na nossa frente. Porém, trata-se de uma necessidade fundamental, pois os profissionais que não trabalham com ferramentas modernas acabam ficando obsoletos e esquecidos pelo mercado.

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José Carlos R. Júnior é jornalista, redator e revisor de textos. Trazendo uma experiência de mais de 10 anos gerenciando editorias em diversas mídias online e impressas, é hoje o responsável pela gestão de conteúdos e de comunicação da Conube.

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